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Assistant: Title: Demons
Author: MisterAmiant MisterAmiant
Chapter: 1/1
Summary: What exactly happened on the night of the leak in the restaurant? Well, let's say things got out of control.
Contents: Summary:
What exactly happened on the night of the leak in the restaurant? Well, let's say things got out of control.
Notes:
Cansei de fanfics soft melodramáticas e surtei, passei dois dias escrevendo todos os meus neurônios perturbados.De qualquer maneira, atente-se as tags, há gatilhos aqui, caso não goste fique a vontade para pular.Boa leitura.(Essa história é meramente ficcional.)
Yoko Apasra - Point Of View
— Não seja negligente, Eye! - Faye, ergueu o tom a uma nota, levemente estressada com o assunto da mesa. Seu braço esquerdo está pousado desajeitadamente no encosto da cadeira que estou sentada, e sua proximidade sufocante é forte, embora estivéssemos em publico.Sua atenção paira entre reler as planilhas de gastos da nova empresa, e tentar convencer P'Eye que a rescisão do contrato com a NineStudios é insensatez.Bem, esta é a decima vez que nossos amigos discutem sobre tal assunto, e os debates preenchem nossas conversas desde o término acometido em dezembro.Não quero intrometer, e estou farta de discussão, então me debruço, apoiando a bochecha na textura gélida da madeira, girando os dedos sobre o canudinho boiando na taça.Divido um Moscato d'Asti, com P'Bea e Kant, que riem alheias, distribuindo alfinetadas e fofocas sobre homens e seus péssimos hábitos de higiene, supreendentemente embriagadas, apesar do tom adocicado e espumante do vinho.Beberico os goles lentamente, esperançosa de que o teor alcoólico baixo me aqueça. O crochê bege que me cobre é incapaz de conter o ar climatizado do restaurante.— Tanta hipocrisia Peraya! O sucesso estrondoso da marca FayeYoko... - P'Eye me encarou desdenhosa, como se esperasse uma concordância de minha parte. - Deveria provar o meu ponto, oras! Em 2024 eu trabalhei trinta multiplicado ao piso salarial, e em compensação o seu quase explodiu a estratosfera!Às pupilas claras e brilhantes de Malisorn corriam rapidamente por todos os lados, discordando palavra por palavra da ex-gerenciadora de artistas.Faye estava visivelmente indignada, dormia mal à dias, resmungando pelos cantos, diversas vezes me acordando pela madrugada, para pedir massagem, tal um gatinho manhoso, ou para me dobrar de bruços no colchão e me foder com todo o ódio que a situação lhe causava. Aliviar o seu estresse de uma maneira ou outra.Nem mesmo a futura escolhas de gerentes, na franquia de salões Malisorn conseguia amenizar seu temperamento.E antes que pergunte, eu tentei agrada-la... Mas suponho que ser passiva foi um estopim no relógio cuco da bomba atômica.— Você deveria ter me avisado, porra! - Malisorn grunhiu, coçando o topo da cabeça, incomodada com um flash repentino disparado sob nossa direção. - Descobri seu pedido de demissão embarcando para Taipei, e acredite minha viagem não foi nada boa...Por uma fração de segundos aquelas iris poderosas visualizaram meu semblante, desviando os pensamentos de forma julgadora, como quem pensa: "quem diabos bebe vinho branco com um canudo?" mas retornando brevemente a série de argumentos.Ela bufou baixo, soltando o ar pela fresta entre os dentes, tragando a névoa do climatizador feito fumaça de charuto, enchendo novamente o cristal grosso de P'Eye e o próprio com Gin puro.No automático agarrei o copo. - Chega de álcool... - Minha voz surtiu murmurada, genuína, buscando não diminuir sua autoridade.Abracei com gentileza o cetim suíço colado em seu bíceps, imaginando seu braço de travesseiro, e ela ajustou a posição para que se tornasse confortável.Então de repente ela fecha o punho bruto, insconsciente, obrigando seu corpo afastar-se do Gin. Meu estômago borbulha.
Estou ferrada, estou ferrada, estou ferrada.
Deslizo pelo assento, tomando distancia, sei pela rigidez em seu tronco e pelo modo que pressiona as unhas na pele que minha frase soou ditatorial. Faye Malisorn está puta.— De qualquer forma, eu teria pedido demissão... - P'Eye, tossiu, enojada pelo odor da bebida. - Sabe que discordo sobre a nova diretoria.— Se não posso impedi-la de ir embora, ao menos peço que repense sobre a proposta. Não é necessário me enviar currículo, a vaga no salão é sua.— Céus! Somos gêmeos siameses? Você pode viver sem mim, Malisorn!Faye apertou os lábios, sua mão esquerda espalmando suavemente em minha coxa, atrevidamente no jeans surrado. Suprimi um grito de susto, com a coluna ereta. Oh não. Minhas pernas amoleceram, tremulas, enquanto a discussão entre as duas tornava ao auge, meu cérebro processava cada ação com a lentidez de uma câmera fotográfica retrô.Alguns paparazzis passeavam em círculos disfarçadamente ao nosso redor, balançando o smartphone e clicando frames e takes da situação embaraçosa.Kant e P'Bea haviam desaparecido da mesa. Fato que não notei antes, entretida com seus dedos inquietos perigosamente próximos da minha virilha.Seu toque elétrico sumiu por um milésimo, no qual ela usou para acenar ao garçom. Um garoto de paletó e colete impecável, em pé no ladrilho, anotando em um bloco de notas.O jovem parecia ter a minha idade, mechas lisas e olhos joviais, dirigindo-se até ela com uma ansiedade tão peculiar que presumi ser um sortudo fã solo.— Aceita cheque? - Ela grunhiu enquanto P'Eye os encarava incrédula.— Infelizmente Sra. Malisorn, o chef requisita apenas transações bancárias e cartão.— Ainda não terminamos. - A loira arrebitou o nariz repreendendo o pobre rapaz.— Oh, mil desculpas... - O garçom abaixou a cabeça em um claro sinal de respeito, e seus sapatos golpearam no piso, descompassados. - Com sua licença, voltarei em outro momento.— Não será necessário. - Faye interrompeu, autoritária. - Tudo bem, débito por favor.O garoto retira um aparelho terminal, e digita uma soma no touch screen.— O valor total é de 7.456 dólares ou 250 mil baht, adicionado o desconto de cliente premium.— Parce... - Eye ousou dizer, esperando que dividíssemos a conta, mas o bipe de pagamento concluído na maquina, interrompe sua tentativa.Faye se levanta, agarrando-me pela cintura e empurrando a palma em minha lombar. Apressada, praticamente me lançando até a saída, seu ante-braço nos imobiliza e é impossível andar para qualquer outro rumo.Por atrás, os passos da staff são surdinos, altos seguindo-nos como uma perseguição policial.O Chevrolet Camaro na cor preta estacionado minuciosamente na entrada do restaurante é alvo de turistas curiosos, e crianças entusiasmadas, que saltitam ao reparar o cavalheirismo de Malisorn abrindo a porta de passageiro.— Sente Yoko. Agora. - Ordena, e assim faço pois sei que desobedece-la aqui, irá desencadear sua personalidade agressiva. E o termino de sexta-feira será um caos.Eye no entanto, se posiciona de pé, diante dela.— Eye, entre no carro, irei deixa-la na casa da mãe, depois resolveremos o seu problema .
O que???
— Amanha é sábado Peraya, você enlouqueceu? E vou pegar um Uber, obrigada. - A mulher posicionou o boné sobre a cabeça, girando a aba.— Vai mesmo desistir assim? - Malisorn rebate, sua voz é violenta, ríspida, como quem prende um palavrão na garganta.— Basta Faye! Vamos embora. - Grito no impulso, incomodada com o público nos observando, todo o cansaço das ultimas semanas possuindo e devolvendo a insolência.De súbito o silêncio perdura, e sua postura relaxa, exceto pelas pupilas incendiando-se. Oh, Deus tenha piedade da minha bunda! Tapei a mão em minha boca instantaneamente, percebendo o erro terrível. Estou definitivamente ferrada! — Você venceu, tenha uma boa noite, Eye. - Calmo, rouco.Não despede, muito menos abraça. Dá a volta, ajusta o cinto no banco do motorista; e então desfaz a baliza. O motor V8 ronca como um felino predador, Faye arranca veloz, agarrando o volante e abandonando a mulher na avenida.[...]Me encolho no conforto do couro, inalando a fragrância cereja espalhada pelo difusor do ar-condicionado. O painel é automático e toca uma suave melodia em piano, límpida e direta, aparentemente Arabesques de Claude Debussy.Não tenho coragem de fitar seus olhos , mas minha visão periférica é capaz de notar a dilatação dos vasos sanguíneos em seu pulso, sempre que troca de marcha.Meus pensamentos revivem a lembrança da gafe, o rompimento da hierarquia cultural ensinado desde a infância, e o modo como eu a desafiei. P'Faye, Yoko, como você pode ser tão imprudente! Foi um desrespeito, a nomeei e repreendi diante de outra pessoa, em público, e fiz isso sem utilizar o prefixo: Phi.Cristo, eu pagaria 1 milhão de dólares para ter nascido no ocidente.Diferente do que estimado, o trajeto não seguiu para a casa de mamãe, como combinei com Neko, e ultrapassamos meu condomínio em quarteirões, sem tempo para que eu pudesse reclamar.Meus dedos tremem ao segurar o Iphone, errando as teclas do Line enquanto escrevo uma desculpa esfarrapada à minha irmã e ao guarda-lo na Chanel.Invento algo sobre trabalho ou faculdade, não tenho ideia, sinceramente o nervosismo me desenvolve dislexia.[...]Faye encosta o dorso na parede metálica do elevador, sua calça cinza escuro folgando no quadril revelam a listra do boxer feminino Calvin Klein. Meus dedos entrelaçam aos delas tímidos, suplicando indiretamente por perdão, embora o som ritmado das minhas batidas cardíacas façam os segundos durarem uma eternidade. "Oitavo andar" A Inteligência Artificial anuncia, apresentando o suíte e deck residencial de Faye Malisorn. Sim, o andar inteiro. Ergo meu queixo, depositando um selinho casto em sua boca, e em seguida observo-a enquanto posiciona minha bolsa, o celular e as chaves do V8 na bancada central.A iluminação aperfeiçoa nitidez, a paleta marsala cobre o branco com maestria, e os móveis de cedro e carvalho desenham a arquitetura com precisão de luxo.Faye retorna eufórica, segura meu rosto com ambas as mãos e me beija. Ela está ofegante, morde meus lábios para conter-se, dança a língua deliciosamente na minha boca, roubando o meu fôlego.— Eu te desejo tanto, Apasra. - Murmura, puxando-me em direção ao corredor, guia-me desesperada até seu quarto.Meu corpo estremece, estou ciente do que faremos, e não será suave. Os elogios, sua sede avassaladora, é apenas uma maneira c@n@lha de antecipar e amenizar o demônio sádico e dominador que habita naquela carne. Mas as borboletas românticas chacoalham frenéticas, e não consigo evitar:— Quero fazer amor com você.Faye gargalha baixinho, caminha até a porta e a tranca com dois rodopios. Meu sistema nervoso entra em estado de pânico; um maldito cervo aprisionado com um leão.Sou completamente ignorada enquanto ela adentra o closet. Fico solitária com meus sentimentos conflituosos por longos minutos. Observando a cama king size com dossel, feita à mão, de madeira nobre, forrada por tecido cashmere isolante térmico.Me pergunto como é possível que seu sono seja tão indelicado, se dorme sobre lãs caras e luxuosas.Bem, a incógnita é rapidamente substituída pela ansiedade perturbadora perfurando meu estômago ao ve-la alinhar dois objetos no lençol.Um vibrador preto com bordas douradas, cilíndrico e curvado à 45 graus; 18 centímetros de comprimento, 6 de espessura. E um plug anal de aço cirúrgico, com um cristal translúcido na base. O último me assusta, porque entendo que deseja me dar uma surra.— Eu não quero umas palmadas, P'Faye... - Degradante, mas necessito admitir, pela atitude dela, que está com raiva não vou andar por três dias, e preciso visitar minha família amanhã, inclusive meu pai.Ela franze a testa, não acreditando na audácia que escuta, mas enfim suaviza se ajoelhando no marfim, ao meus pés. Enrola minha calça e calcinha e os remove juntamente às sandálias.— Você merece, mas não vou. - Estou nua da cintura para baixo, e seu nariz está inclinado em meu clítoris. Conforme fala seu hálito mentolado atinge-me na carne e me sinto vergonhosamente excitada. - Não agora.Ela inala, enganchando a regata e o crochê, traz para cima consigo, os embolando até o topo da cabeça.— Sua boceta é muito cheirosa, estou louca pra te comer. - Malisorn e essa boca suja. Solto um gemido gutural, desabotoando os botões do cetim em desespero para tocar seus seios.— Não! - Ela me empurra no colchão. Desabo tonta, embriagada pela imagem sexy do abdômen tonificado, a tatuagem na costela e o formato esculpido de seu peitoral bronze.Faye é ágil em se livrar das próprias roupas, curvando-se para tirar o boxer e o sutiã, e colocando-os desamassado na estante de livros. O perfeccionismo fazendo-se mais inabalável do que as perversões.Ela monta em sobre meu tronco, prendendo meus pulsos acima da cabeça. — Não pode me tocar, entendeu? - Refere-se a seus seios, aos belos montes deliciosos e sensíveis que tive o privilégio de ser a única a provar.— Mas nós... - Desta vez eu quero debater. - Por favor... Eu te amo.— Me obedeça. - Sussurra, pincelando meus mamilos com os indicadores e polegares. - Aaah - Grito inesperada, e ela os torce.Os bicos endurecem e minha pele rosada pinta-se em vermelho a cada beliscão. Atrita seco, a percepção me faz arquear o quadril.Minha pele queima, mas é tão bom, estou contorcendo, anestesiada e masoquista por seus dedos habilidosos nos meus mamilos. Crescendo e crescendo até que... Simplesmente cessa. Ela os afasta, cortando meu clímax como um soco.Minhas bochechas salpicam em carmesim, e derramo gotas de frustração. Oh, inferno, estou sendo punida. Meu eu interior grunhe, no extremo da sensibilidade, Faye Malisorn está jogando, dominando o meu orgasmo.De repente sinto o desejo de fugir, de correr, é estranho, eu prefiro a surra, prefiro que me dobre em seu colo, desça a minha saia e espanque meu traseiro até que ele fique azul, prefiro a humilhação, do que esse castigo.Minhas cordas vocais timbram exasperadaa, implorando para formar a palavra "vermelho" e interromper a fatídica cena, mas se eu assim fizer, então realmente não terei a liberação.
Elas que se danem, porque não é opção...
— P'Faye não, por favor... - Testo uma alternativa, Malisorn sabe que odeio quando me impede, que sou receptiva demasiado tratando-se de privação.Esfrego as coxas, brincando com o botão entumecido, na urgência de recuperar meu ápice, porém suas mãos movem-se trazendo meus punhos até o alumínio frio da cabeceira.— Não quero te amarrar baby... Seja uma boa menina e fique quietinha, tudo bem?Convulsiono, meus neurônios soando o enorme outdoor com " VERMELHO PRA CARALHO " estampado nele. Mas não digo, sou incapaz.Meu corpo traí a minha consciência, acenando positivamente. Confirmando, aceitando.— Abra suas pernas. - Céus! Ela manda rouca, totalmente obscena.Afasto-as, apoiando-me nos tornozelos, prevenindo uma desobediência instintiva.Sua palma alicia minha v@lv@ com movimentos perpendiculares, e Faye me devora, ao notar a flexão de quadril autônoma que faço para ampliar o estímulo.Me penetra com dois dedos, indicador e medial, forte e brusco, sem se importar ou esperar. Meu assoalho pélvico contrai totalmente a musculatura para faze-la se mover.— Porra, você está me esmagando. - Retira-os e insere outra vez. Que delicia! Minha entradinha vaza lubrificação, e o formigamento habitual invade com fervor.Ela quebra mais uma vez. Droga! — Respire fundo. - Malisorn senta sob os calcanhares, acariciando-me no monte púbico. Meu ventre distribuem espasmos e câimbras, pelo esforço.Faye alonga o braço, puxando o plug. Utiliza meus fluidos para lubrifica-lo e então o força no pequeno buraco resistente.Cospe e empurra outra vez, o aço maciço desliza frio em meu @n@s. - Hmm! - Choramingo. Não é ruim, mas a contração faz com que a ponta fria me estique suavemente.Repete o processo com o vibrador, desta vez pousando nos pequenos lábios. Consigo senti-lo ecoando no metal, e paro de respirar por cinco segundos.— Vou foder você agora, e não é pra você gozar. Entendeu? - Faye o posiciona, com pressão em meu clítoris. Tão gostoso... - Aaah! - Não contenho o gemido que escorre na lingua. E logo como premeditado a vibração pausa.
Sem problemas Malisorn! Vou estar desmaiada em dez minutos.
— Sim, Khum Phi. - Respondo, sem me atrever a esquecer os prefixos, e ela mostra os dentes, libertino e cafajeste.— Perfeito Srta. Apasra. - O brinquedo retoma as investidas, masturbando o nervo inchado em círculos. Seu polegar expõe o capuz, e o silicone abusa na pontinha.Estou pulsando de excitação, meu abdômen oprime e meu tórax expande em ritmo com o aparelho.Suspiro abafado, mole e trêmula, prestes a cair pela quarta (ou quinta) vez, e recomeçamos.— Diga-me Khum Apasra Lertprasert, a quem você pertence? - Agora estava arrogante? Grande filha da puta! - Viro o rosto pra evita-la. Então a extremidade do caule encaixa em minha fenda, simulando uma penetração, fato que automaticamente me faz recuar.— Eu... So-sou sua. - Gaguejo, derrotada, rebolando para que entre dentro de mim.— Você é minha. - Ela confirma, espalhando meus fluídos no silicone macio, e o introduz, me abrindo. Minhas paredes vaginais rasgam-se dilatando-se para acomodar a grossura. - P'Faye!Grito agudo.— Isso mesmo, chame pelo meu nome baby. - Enquanto me fode, sua mão esquerda inicia uma frequência de oscilações na própria v@lv@.Rápido e duro, de sua preferência.Preciso toca-la feito psicótico, mas necessito gozar mil vezes mais. Meu corpo equilibra-se entre as chamas e o pecado, cruelmente manipulado a escolher o frenesi ou o desejo.Suas estocadas em minha boceta, seguem um padrão lento e vago, não é para mim, e sim para o seu prazer. Gostoso, mas insuficiente.Ela vem em um grunhido escandaloso, estabilizando-o enquanto cavalga o pico e retirando ao terminar. Seus lábios estão molhados de saliva, e as pupilas fraquejam de satisfação, Faye respira áspero e irregular.A desesperança me aflige, estou arqueando ao choque impiedoso do vibrador em meu nervo hipersensível, indo do zero até a borda imediatamente. O plug amplifica a minha impaciência, e mesmo sabendo que ela vai negar, comando: - Não pare!Seu sorriso frágil, me esfaqueia.— Um...Curvo-me roçando a pelve em seu abdômen, e quico desajeitada. Mais um pouco. — Dois...
Tão perto.
— Três...Malisorn suspende, rejeitando. — Não, não, P'Faye, só mais um pouquinho... - Vou enlouquecer, a abstinência me fere feito vício em cocaína. - Por favor, por favor.— Por que estou te negando, Yoko? - Pergunta.— Desrespeitei sua autoridade. - Meu dialeto ansioso, recita sem vírgulas, em um sopro.— Correto. - Torna a me masturbar, porém utilizando os dedos, deposita pequenos tapas e me esfrega, os interrompendo em intervalos de cinco segundos.— Estou fazendo isso para que se recorde de que a decisão final é minha. Eu decido se devo parar de consumir álcool ... Eu decido se iremos embora, e EU DECIDO quando você vai gozar.Sua prepotência é irônica, visto que me obedeceu em todas as premissas anteriores, deixando de beber quando pedi e indo para casa quando ordenei.A palma da minha mão coçam por retrucar, na mesma intensidade que as dela coçam por me espancar.Finalmente seus dedos violam minha entrada, com quatro golpes duros. Inflo o peito, arregalando os olhos. Por Buda, se eu não vir agora, irei direto para o hospital. — Goze pra mim. - Manda, impulsionando o joelho no punho para ir fundo. - Goza nos meus dedos, baby. O orgasmo me puxa pelas panturrilhas, e quase me leva ao delírio, tão intenso que finco as unhas na pele e sangro. - Aaah, ... Faye!— Maldita boca impertinente! - Malisorn grunhe. De novo não. [...]— Posso tocar em você? - Questiono, deitada sobre ela. Seus seios estão na altura da minha cabeça, mas me mantenho estável com receio de desobedecer.O semblante de Faye desmonta por alguns instantes. Franze a testa, em desagrado, e tenta mudar meu foco com um cafuné carinhoso. Merda. Posiciono meu corpo no meio de suas pernas, e me movo, colando nossas testas, a resposta provavelmente será: não. Certo, existe outras maneiras de faze-la sentir bem. De repente, me tira do transe e beija minha bochecha. Enrolando minhas mechas no punho e me guiando até a linha de busto. — Claro, você pode tudo, meu amor. - Submete-se, mas o fará domando-me pelos cabelos.- Tem certeza? - Minha voz é dengosa, preocupada. E ela acena.Absorvo seu mamilo, chupando levemente. Malisorn geme rouco, é um lamento incômodo, repulsivo. Mas não desisto, movendo a língua gentilmente na área rubra, massageando com os dedos no outro lado.Ela dobra o pescoço, jogando-se para trás. Envolvendo-se devagar nas contrações de sucção, molho toda a textura firme e cheia que está a minha mercê, tomando cuidado para não estimular as micro-cicatrizes.São tão pequenas e invisíveis que apenas é possível notar pelo tato. Uso o músculo palato para beija-la em toda a sua bela formosura, são tão durinhos e macios. E de então ela coloca em mim novamente.— Hum! - Minha boca formula um O, que cobre toda à aureola, e eu perco o compasso por gemer.— Me chupe direito. - Ordena, seu tom está embriagado, turvo de medo e raiva. Dou-lhe uma lambida e persigo a melodia de seus golpes, mordisco quando os afunda por completo, chupo quando torce-os e esfrego o mamilo quando os abre em V em meu canal. Tenho dificuldade, porque meu oxigênio é escasso, mas me sinto loucamente feliz.Ela goza com força, misturando o meu nome a palavras sujas. No próximo segundo sua mão sobe meio metro, e o estralo pousa árduo em minha bunda. Porra! Isso doí... O mental range, me alongando.Extremo e dilacerante. Aperto seus dedos, vindo pela quarta vez. Estranho. A dor não é boa, espalha na pele, como gelo, queimando tudo. Mas a sinestesia do êxtase brinda o fogo, é como beber malagueta picante e comer brigadeiro. Talvez seja essa a sensação que Faye sente. — Vire-se de bruços. - Sim, ali está a persona sadista. - Malisorn, leva alguns segundos saindo de minha boceta. - Eu vou te bater, depois arrancar esse plug e foder sua bunda.
Puta merda.
[...]— Bom dia, Yo. - Faye amacia meus ombros, despertando-me de um sono profundo.O sol espreguiça na janela, recém aberta, e o perfume verbena potente impregnado no quarto, agora soam na nota base: âmbar cinzento e sândalo.Não o Poison Dior, que usa no trabalho. Este é Green Irish, Creed, tatuado no meu corpo, sempre que transamos. Marcando território.— Tem Advil e suco de laranja na pia do banheiro, e eu trouxe uma pomada anestésica. - Ela balança o frasco e eu resmungo, sentando-me no lençol. Reação que me arrependo de imediato e deito de bruços, porque meu traseiro está dolorido.— Eu te machuquei muito, ontem. - Suas íris cor de mel, escorrem pelas feridas arroxeadas formando desenhos em minha bunda. Consigo vê-las no reflexo do espelho na penteadeira. Realmente está muito feio. Um queijo com crateras. Meu subconsciente faz uma piada.Seus dígitos tocam-me, pintando de creme anestésico os relevos. Engulo seco, outra situação humilhante. Porém acato em silêncio, porque os olhos de Malisorn marejam, e juro escutar o temor trovoando em seu coração.— Perdi o controle, Yoko... Eu-eu não quero que você vá embora. - Seu tom emana peso e sofrimento.Lembranças da noite anterior lavam meu cortéx pré-frontal:[...]
— Conte, querida. - Malisorn ordena, descendo a palma furiosamente contra mim. Sua mandíbula modelada relaxa, e suas narinas emitem um ruído satisfatório.
Estamos na décima quinta palmada, e não consigo mais sentir minhas pernas, minha circulação sanguínea bombeia somente no contorno de sua mão. Não utilizo mais o plug, Faye decidiu inverter a ordem e me deflorar primeiro.
— Dezesseis! - Inicialmente eu grito, mas o timbre agudo parece mais um uivo de lobo filhote.
A duas subsequentes, me espancam firmes, os tapas descem duros e poderosos, nossa aliança de compromisso anexada em seu anelar belisca na minha pele.
Estou com apavorada, temo que ela não pare. O estalo é danoso como a morte, me arrisco a dizer que é a experiência mais agonizante que já presenciei na vida. E está a deixando muito excitada.
Meu prazer pertence a ela, e a dor também.
Um paradoxo tortuoso.
Suas pálpebras esticam, rolando a cada pancada, e meus choramingos de flagelo arrancam suspiros de luxúria de de seus lindos lábios.
— P'Faye pare, arde demais... - Rogo, orando como se ela fosse um deus.
O número dezenove quebra a sequencia e desaba diretamente em meu clítoris, me calando no exato segundo. Assustadoramente insano, o desconforto é tão intenso que enrijeço. Assemelha muito ao choque de chocar "ali em baixo" no cano da bicicleta.
Na vigésima terceira, não suporto mais, arde tanto que meus pulmões sobrecarregam desesperados por oxigênio, e às lagrimas turvas, salgadas me cegam.
— Vermelho.
E acaba.
[...]— Tudo bem, P'Mali... - Meu timbre manhoso e envergonhado tenta tranquiliza-la. Escondendo minha face ao notar a massagem em meu traseiro tornar-se se especificamente detalhada.— Te dei duas punições graves por uma infração pequena, foi desproporcional. - Balbucia, cobrindo-me com o edredom, as bochechas dela coram, e não entendo se é timidez ou remorso. - Fiz porquê entrei em síncope, fazer isso... Fazer isso com você, me causa muito prazer.Sorrio desnorteada, entrelaçando as unhas em seus longos cabelos negros. É um pecado que esse demônio do sexo tenha uma beleza angelical.— Você vai me perdoar um dia? - A expressão culpa esconjura sua alma, aquele familiar martírio do passado, afogando-a em tempestade. — Sou a porra de uma doente. Ainda pode me amar?— Feche essa boca! - Repreendo.— Eu te amo por completo, entendeu? E não excluo essa parte... - Esfrego nossos narizes feito dois gatinhos felpudos. - Não interessa se eu tenho que arrancar um rim para te fazer feliz, ou levar algumas palmadas... Irei fazer com todo o amor do mundo, sabe porque?Faye faz beicinho, feito uma criança mimada.— Porque você é a minha felicidade. Não estou com você porque gasta dinheiro comigo... Nem pelo companheirismo quando tudo desmorona, muito menos por ser a pessoa favorita de papai ou pelos chocolates na TPM. Estou com você porque eu te amo.— Falando no seu pai... Yoko, ele me mataria se soubesse. - Ela ri, mas sua voz opaca carrega uma honestidade trágica.— Eu amo você mais do que a vida, Malisorn. Maldição! Será que não fui clara até agora?— Teimosa e travessa pra cacete. Me ama tanto que adora me provocar? - Ela gargalha, deixando o ar mórbido brevemente de escanteio, mas logo retoma à tristeza. — Eu preciso de você mais do que respirar; nunca me deixe Yoko. Arranque meu coração e pise nele, destrua-o em milhões de pedaços se desejar, mas não me deixe.— Não vou. Eu prometi ficar lembra? - Uno nossos lábios em um beijo suave e Faye ronrona como um tigre doméstico.— Eu te amo, minha menina perfeita.'
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**Title:** Demons **Author:** MisterAmiant **Chapter:** 1/1 **Summary:** The chapter details a chaotic night at a restaurant where Yoko, Faye, and their friends engage in heated discussions about business and personal issues. Tension escalates between Yoko and Faye, leading to unexpected intimacy as their frustrations culminate in a passionate and dominant encounter back at Faye's home. Themes of authority and vulnerability emerge as they navigate their complex relationship, revealing the push and pull between love and power dynamics. The chapter closes with a deep affirmation of love and commitment despite the tumultuous events.